Quando não escrevo, morro!



Incompleta, incompreendida, excluída, desolada e perdida é assim que me sinto quando não escrevo, nem que seja um verso, uma estrofe, uma simples frase ou palavra. O dia parece se arrastar, o tédio parece me consumir, na realidade minha alma que está se correndo pela falta de expor o que pensa entre meus pensamentos carnais. Escrever me transporta ao mundo da liberdade, onde colho e demonstro o que aprendi com toda a literatura que deletei-me durante esta minha vida, simples linhas nas quais um simples "cisco" vira um belo poema. O sorriso mais belo, se transforma em contos de amor, terror ou um simples suspenses de alguns parágrafos, todos os nexos sem nexos para uns, e totalmente conectados para outros, simples palavras que se transformam em reflexão, atitudes e gestos que dão sentindo a vida, a minha vida! Uma singela folha de papel para muitos só mais um pedaço de papel em branco, para alguns só mais um recomeço, um paraíso perdido, pronto para ter vida. Se não escrevo, morro, pois a realidade pura é dura demais para uma alma apaixonada por literatura. 

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